Como o Stack Builder decide o que recomendar (e por quê)

Um motor de recomendação sem explicação é uma caixa preta, mesmo quando acerta. Documentamos exatamente como o Stack Builder pontua, filtra e agora também explica cada escolha.

O Stack Builder recebe objetivo, ferramenta, nível técnico, tolerância a risco e necessidade de aprovação humana. Em seguida, recomenda uma combinação de componentes. A decisão segue regras fixas e explicáveis. Cada componente entra ou sai por um critério que você pode ler.

Os filtros vêm antes da pontuação

Antes de pontuar qualquer coisa, o motor filtra: se você pediu aprovação humana obrigatória, componentes com autonomia total ficam de fora, a menos que já tenham gate humano declarado. Isso evita o erro mais perigoso de um recomendador de IA operacional: sugerir algo autônomo para quem explicitamente disse que não quer autonomia sem supervisão.

A pontuação, critério por critério

Os 6 componentes com maior pontuação entram na stack, ordenados por camada de instalação (skill antes de plugin antes de agent, porque cada camada pressupõe a anterior já instalada).

O que era faltante: dizer o porquê

Antes, o resultado mostrava apenas a lista final. A pessoa via o que foi escolhido, mas não entendia o motivo. Agora cada componente vem com uma explicação direta, como "a categoria combina com seu objetivo e já existe evidência da comunidade". É a mesma regra usada para tomar a decisão.

Um recomendador que não explica é indistinguível de sorte, mesmo quando acerta sempre.

Detecção de conflito e o que ainda falta

O sistema também detecta uma redundância comum: usar a skill e o plugin do mesmo produto na mesma stack, mesmo quando o plugin já inclui a skill. Toda stack pode ser salva e compartilhada. Ela traz relatório, comandos de instalação, CLAUDE.md e uma política inicial de uso. Esses arquivos usam regras fixas e as informações declaradas por cada componente.

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